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QUAL A DIFERENÇA ENTRE CRM E ERP?

Melhorar a gestão de relacionamento com o cliente ou automatizar processos de back-office? Claro que se você tiver condições, fique com os dois. A profissionalização de uma empresa passa pela adoção de tecnologias que deem suporte à gestão. É o que fazem, por exemplo, empresas de grande porte, para as quais as duas tecnologias fazem parte do dia-a-dia. Agora, se você tem um orçamento mais limitado para investimentos, é importante entender as diferenças entre CRM e ERP.

A sigla CRM significa Customer Relationship Management e consiste em um sistema de gestão de relacionamento com os clientes. Já ERP corresponde a Enterprise Resource Planning e se baseia em soluções informatizadas de gestão de processos organizacionais, especialmente processos financeiros como contas a pagar, emissão de notas fiscais e planejamento.

Ambas soluções trazem diversos benefícios para qualquer empresa, mas na impossibilidade de ter as duas de imediato, qual seria melhor: CRM ou ERP?


O que é CRM e quais são as vantagens de utilizá-lo na empresa?

O relacionamento com os clientes sempre foi uma preocupação de quem quer aumentar as receitas da empresa. Fornecer um atendimento de excelência, entender as necessidades do público-alvo, tornar o ciclo de vendas mais curto e rentável são alguns dos objetivos comuns a qualquer negócio.
Para facilitar a gestão do relacionamento com os clientes, surgiu a ideia de CRM, que pode ser vista de duas formas:
  • Uma metodologia de trabalho cujo foco está em satisfazer o cliente da empresa;
  • Uma solução tecnológica que facilita o trabalho do time de vendas e otimiza os processos do setor comercial.
Utilizar o CRM como metodologia sem o auxílio de uma ferramenta de gestão é possível, mas trabalhoso. Basta que sua empresa tenha uma cultura de valorização do cliente e esteja atenta às demandas dos consumidores, oferecendo aquilo que eles esperam.
Entretanto, ter uma solução como um sistema de CRM sem praticar a cultura de CRM é praticamente impossível, já que você estará investindo em uma ferramenta de gestão e subutilizando-a como mero repositório de informações.
Nesse sentido, é fundamental que você primeiro invista na cultura de relacionamento com o cliente, fornecendo treinamentos para sua equipe e preparando-a para oferecer sempre o melhor atendimento. Na sequência, vem o investimento na ferramenta, que digitaliza essa cultura e facilitará a vida do time comercial em diversos aspectos, como você verá a seguir.

Organização de processos


Para melhorar a performance da equipe de vendas, o CRM vem com um conjunto de funcionalidades que visam estruturar o processo, dando um encadeamento lógico, ágil e eficiente para as atividades do setor.
Essa organização permite que sua equipe tenha uma atuação alinhada, padronizada e com menores riscos de erros no trato com os clientes. Ainda, traz a segurança de que, na falta de qualquer pessoa, os processos podem continuar naturalmente de onde foram parados.

Maior produtividade


O setor de vendas é o mais cobrado em termos de atingimento de metas, o que costuma gerar altos níveis de estresse e rotatividade. Tirar a pressão do seu time sem perder a produtividade é totalmente possível, desde que você adote uma ferramenta de CRM.
Com o CRM os fluxos de informação são imputados uma única vez no sistema e passam a fazer parte de um banco de dados que pode ser resgatado a qualquer momento e confrontado com uma quantidade enorme de informações. Isso propicia uma visão ampla e estratégica das ações a serem realizadas para atingir um maior número de conversões.
A automatização de várias tarefas e a agilidade de acesso a qualquer informação importante dão maior dinamicidade à atuação do seu time de vendas, poupam tempo e recursos, deixando os profissionais mais relaxados para fazerem o que sabem de melhor: relacionamento com os clientes.

Gestão das oportunidades de vendas


Lidar com leads, prospects e clientes, dando a atenção necessária a cada um e mantendo um contato regular, exige uma boa dose de organização da agenda e capacidade de produção do vendedor.
Ter tudo na cabeça ou anotado em papéis é um pouco arriscado. O CRM, por sua vez, traz funcionalidades que permitem gerir as oportunidades do topo ao fundo do funil de vendas, mantendo cada vendedor atento às ações que devem ser realizadas.
Avisos e lembretes são emitidos sempre que o vendedor tenha algo a ser feito, evitando esquecimentos e a descontinuidade do atendimento personalizado que cada consumidor espera ter.

Compreensão da jornada do consumidor


Ao reunir todas as informações e histórico de relacionamento com os consumidores, o CRM possibilita a sua empresa compreender melhor a jornada do consumidor e assim desenvolver técnicas de vendas mais eficazes no que tange a captação e conversão de clientes.
Os relatórios analíticos permitem traçar o perfil do seu público-alvo, descobrir as preferências, sazonalidades, objeções e motivações para a compra, munindo seu time de vendas de informações estratégicas para potencializar as vendas.

Alinhamento com o marketing


Ao contrário do que muitos possam pensar, marketing e vendas formam parte de um mesmo time; portanto, devem estar em constante interação para que a empresa consiga maximizar seus resultados de vendas.
Enquanto o marketing se preocupa em desenvolver ações e estratégias de atração de leads qualificados, vendas é quem dá o arremate final a esse processo, brindando as oportunidades de vendas com um atendimento personalizado e afinado com as necessidades de cada consumidor.
Nesse sentido, o CRM contribui para a integração e consulta das informações, criando uma linguagem e entendimento comuns para ambos setores sobre quem são os clientes, o que eles buscam e como satisfazê-los em suas necessidades.

Automatização dos relacionamentos


Quando uma empresa investe em expandir os negócios e define uma estratégia competitiva de vendas, a tendência é que o número de leads, prospects e clientes aumente de forma escalável. No entanto, expandir a equipe de vendas na mesma proporção se tornaria inviável do ponto de vista financeiro e de infraestrutura.
É por esse motivo que os softwares de CRM já vêm preparados com funcionalidades que permitem automatizar o contato com os consumidores que estão no funil de vendas, enviando conteúdos, feedbacks, follow ups e outras comunicações automaticamente.
Isso quer dizer que os vendedores não perdem tempo com e-mails padronizados ou fluxos de nutrição de leads. Todo o trabalho fica por conta da ferramenta de automação de marketing presente no CRM, tornando a rotina bem mais tranquila para os atendimentos presenciais.

Registro do histórico dos clientes


Manter um registro fiel de todas as interações dos clientes com sua empresa é peça-chave na construção de estratégias de marketing e vendas mais efetivas, pois é por meio dessas interações que você descobre quais são as reais necessidades do seu público-alvo.
Se os vendedores tiverem o hábito de descrever cada interação presencial com clientes, você terá ainda mais insumos para ir além do marketing e criar soluções cada vez mais alinhadas com o que seus consumidores esperam.
Nesse sentido, o CRM mais uma vez vem ao encontro das necessidades do seu negócio, pois dá todas as ferramentas para que você faça o registro e acompanhamento de cada diálogo com cada cliente, formando sua base de conhecimento prático e teórico sobre sua audiência.
Entendido o que é CRM e como ele pode ajudar sua empresa a potencializar os resultados? Agora vamos à segunda parte da nossa proposta, o ERP.

O que é ERP e quais são suas aplicações?

O ERP, como dissemos no início deste post, é uma solução tecnológica que tem por objetivo integrar e padronizar os processos da organização, otimizando a atuação de todos. Ele é composto por vários módulos, que correspondem aos setores de uma empresa: administrativo, financeiro, contábil, gestão de pessoas, compras, etc.
O intuito do Enterprise Resource Planning é conectar os fluxos informacionais da empresa de modo que todos os setores sejam alimentados com informações estratégicas ao mesmo tempo, reduzindo esforços no que se refere ao compartilhamento de dados e tornando a empresa mais ágil na tomada de decisão.
Por exemplo, quando a área de recursos humanos calcula a folha de pagamento, o financeiro automaticamente recebe a informação e sabe quais ações deve desencadear para garantir que o pagamento dos funcionários seja feito no dia correto. Esse processo automatizado poupa tempo e recursos, já que dispensa totalmente o uso de papel, impressões e deslocamentos entre um setor e outro.
O que impede muitas empresas de adotarem um ERP é a percepção de que o custo inicial é muito alto. No entanto, ele é compensado ao longo do tempo com o aumento da eficiência e produtividade de toda a organização. Quer saber qual o valor que o ERP entrega? Vamos nessa:

Integração do conhecimento organizacional


Quando uma empresa adota um ERP, está buscando eficiência na distribuição de informações e dados estratégicos, assim como a redução do retrabalho que costuma haver quando não ela conta com as ferramentas de gestão adequadas.
O uso do ERP permite integrar os setores de forma que os processos se tornem mais fluidos e eficientes, eliminando os gargalos burocráticos e trazendo maior agilidade para o desempenho da sua equipe.
Considerando que o ERP abarca todos os setores de uma empresa, você pode inclusive pensar que ele ajuda a padronizar os processos, garantindo maior qualidade no atendimento ao cliente.

Redução de custos


A falta de processos estruturados em uma organização resulta, muitas vezes, em altos custos para operacionalização do negócio. Desperdício de materiais, horas extras, tempo de ociosidade dos recursos tecnológicos, tudo isso afeta significativamente o seu fluxo de caixa e, por consequência, o sucesso da sua empresa.
Com a ajuda de um ERP, você elimina esses obstáculos e oferece à sua equipe uma forma mais ágil e eficiente de trabalho, em que é preciso pensar mais do que executar, uma vez que o sistema de gestão é quem executa as atividades repetitivas e cansativas.
Com o enxugamento dos desperdícios, você produz mais em menos tempo, reduzindo o consumo de insumos e aumentando seus resultados financeiros. Ou seja, maior retorno sobre o investimento para você.

Produtividade


Um dos maiores objetivos da adoção de um ERP na empresa é a otimização de processos para aumentar a produtividade da equipe. Quer dizer que os trabalhos manuais e repetitivos são substituídos por processos automatizados e ágeis, muitas vezes desencadeados sem que seja necessária uma ação sequer por parte da sua equipe, como o backup das informações, por exemplo.
A formatação de relatórios, resgate de informações de outros setores sem necessidade de redigitação, importação de dados, entre outras ações realizadas pelo ERP possibilitam à sua equipe dedicar mais tempo a atividades de cunho estratégico ou ainda realizar um volume maior de atividades que não podem ser absorvidas pelo sistema.

Alinhamento estratégico


Outro benefício que você pode desfrutar ao ter um ERP na sua empresa é um acompanhamento sistemático do que foi planejado e do que está sendo executado pela sua equipe, mantendo um alinhamento estratégico em toda a organização.
É bastante comum vermos setores com pensamentos distintos e atuações contraditórias, o que se reflete em uma demora maior na obtenção dos resultados organizacionais. Se você não quer passar por isso, considere ter um sistema de ERP na sua empresa e ensinar seus funcionários a trabalharem com base em dados e com foco em resultados.
Quando todos estão concentrados nos mesmos objetivos e compartilham uma atuação alinhada aos mesmos valores e preceitos, o caminho entre desejo, ação e conquista se torna muito menor.

Análise de dados


O ERP vem equipado com uma série de relatórios gerenciais que permitem um olhar mais amplo sobre as operações do seu empreendimento. Isso quer dizer que você toma decisões mais conscientes e alinhadas ao seu planejamento estratégico, evitando a fragmentação de ações por falta de acesso a informações de qualidade consolidadas num único local.
Além dos relatórios, você pode acompanhar a evolução de metas por meio de gráficos e infográficos, realizar comparações entre períodos distintos e obter insights que dificilmente seriam percebidos sem o auxílio de uma ferramenta como esta.

Vale a pena integrar um software de ERP a uma solução de CRM?

Se você pretende profissionalizar sua empresa de uma vez só, integrar uma solução de ERP com uma de CRM é essencial. Enquanto você estrutura, padroniza e otimiza os processos, também melhora o relacionamento com seus leads e clientes, criando o ambiente ideal para manter esses relacionamentos por muito mais tempo. De quebra, usar uma plataforma baseada em computação na nuvem dilui custos e eleva a flexibilidade para expandir ou enxugar conforme a necessidade.
A integração entre esses dois sistemas permite agilizar ainda mais o fluxo de informações da sua empresa, melhorando a performance e a qualidade do trabalho realizado. Por exemplo, os pedidos realizados ao comercial podem seguir automaticamente para o setor de estoque, otimizando o tempo de separação e entrega dos produtos aos clientes.
Ter o CRM integrado ao ERP também facilita a gestão da empresa, pois os dados e indicadores de desempenho de vendas podem ser compartilhados com a gestão estratégica, o que possibilita um acompanhamento mais criterioso em relação às metas da organização. Ao mesmo tempo, o setor comercial fica a par de mudanças em políticas importantes, como precificação e descontos.

Para quem o CRM é mais vantajoso?


Retomando o que falamos até agora, podemos perceber que as finalidades do CRM e do ERP são distintas. Enquanto o CRM trata dos processos comerciais a fim de melhorar o relacionamento com os clientes, o ERP trata de otimizar os processos operacionais da empresa, visando eficiência, produtividade e redução de custos.
Sendo assim, a escolha entre CRM ou ERP depende exclusivamente das necessidades da sua empresa.
Se o que você está buscando é aumentar a capacidade de articulação do seu time comercial na prospecção e conversão de leads, automatização de marketing e compreensão das demandas do cliente, o CRM é a ferramenta que você deve escolher. Ele trará um novo formato de trabalho para a sua equipe, muito mais ágil e dinâmico, liberando tempo para que os vendedores se dediquem a ouvir mais os clientes e entenderem suas necessidades.
Você também deixará de ter controles manuais e particulares dos vendedores para assegurar que todas as informações pertinentes a cada cliente estejam centralizadas no mesmo lugar, possibilitando que qualquer pessoa possa dar continuidade ao relacionamento mesmo na ausência do vendedor responsável.
Os riscos de um vendedor sair da sua empresa levando a carteira de clientes consigo ficam bastante reduzidos, pois é a organização quem detém as informações, não o vendedor. Essa medida fortalece seu poder de gestão e controle sobre as oportunidades de negócios, garantindo a sustentabilidade da empresa.
Se você está pensando que seu negócio é pequeno e que talvez ainda não seja hora de adquirir um software de CRM ou ERP, repense a ideia. Quanto mais cedo você estruturar os processos dentro da sua empresa, seja os de gestão ou de vendas, menos trabalho você terá para se adequar futuramente.
Além disso, começando com uma boa infraestrutura, você aumenta sua capacidade de atendimento, melhora a qualidade do relacionamento com os clientes que chegam desde o início e pode pensar em alçar voos mais longos, que atraiam mais oportunidades de mercado.

Como escolher um bom sistema de CRM ou ERP?

Resguardando as características particulares de cada solução, podemos pensar em alguns requisitos básicos que devem ser observados ao escolher uma ferramenta de gestão para sua empresa:

Reputação do fornecedor


Verifique a reputação do seu fornecedor junto a outros clientes. Obtenha recomendações, converse com usuários, pesquise na internet em sites de reclamação e fóruns para construir sua percepção sobre o sistema que está considerando contratar.

Funcionalidades


As funcionalidades do CRM ou ERP devem estar alinhadas às necessidades do seu empreendimento, não o contrário. Quando tentamos mudar os processos da organização para que eles se adequem a um sistema, as chances de falhas são enormes.
Sendo assim, antes de partir para a busca de uma solução, faça um mapeamento de processos na sua empresa e entenda como os fluxos de informação acontecem. Depois, vá em busca de um software que corresponda o máximo possível com essas necessidades. Outro aspecto importante é que se tenha flexibilidade para ajustar a solução à medida que sua empresa se desenvolve e novos desafios surgem, apoiando-se em profissionais de confiança — sejam eles internos ou parceiros externos.

Custo e benefício


Querendo ou não, temos que pensar em nossa capacidade de pagamento por uma solução. Algumas têm custo proibitivo para quem está apenas começando ou ainda não tem um faturamento vultuoso. Por outro lado, não adianta escolher a solução mais barata e ser obrigado a manter controles a parte para dar conta dos processos da sua empresa.
É por esse motivo que você deve avaliar estas duas variáveis — custo e benefício — em tudo o que buscar no mercado. O equilíbrio nessa hora é fundamental para que você tenha uma solução à altura do que precisa sem se endividar para isso. No caso de CRM, há alternativas acessíveis até para profissionais liberais.

Suporte


O último ponto que queremos destacar como imprescindível para a escolha de um sistema de CRM ou ERP é o suporte. Às vezes somos tentados a buscar soluções de empresas que não tem presença no Brasil, mas não nos damos conta de que no momento de maior necessidade você pode ficar sem o suporte adequado.
Nesse sentido, prefira soluções de empresas com presença nacional e que tenham suporte em sua língua nativa mediado por diversos canais de contato, como chat, e-mail, telefone, redes sociais, etc. Quanto mais portas de entrada para a comunicação, mais rapidamente você terá suas necessidades atendidas.

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Texto retirado do Blog da Sales Force
Link da Matéria: Clique Aqui


FLORAPLAC INVESTE EM EXPANSÃO NO NORTE E NORDESTE

Sobre a Floraplac

A Floraplac fica situada no município de Paragominas, no Pará, e faz parte do Grupo Concrem, que integra ainda a Concrem Wood e a Expama. Hoje, a empresa emprega cerca de 500 colaboradores diretos, sendo maioria nativa da região de proximidade da fábrica. A Floraplac tem consultores em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. A empresa segue ainda capacitando seus colaboradores e, junto a isso, mantém seu pilar de responsabilidade corporativa com programas socioeducativos que já favoreceram cerca de 15 mil crianças, principalmente filhos de funcionários.

Um dos maiores pilares da empresa de MDF, a responsabilidade socioambiental é reconhecida internacionalmente. Todos os produtos do Grupo Concrem são fabricados utilizando matéria-prima reflorestada e a Floraplac é referência no uso de eucalipto como matéria-prima, que garante ainda mais qualidade e durabilidade aos produtos. São mais de 30 milhões de árvores plantadas e um programa de plantio de mais de 3 milhões de árvores por ano que garantem a preservação do meio ambiente e a matéria.

Presente em mais de 20 estados no Brasil, a Floraplac projeta ampliar o número de consultores e redistribuir seus pólos moveleiros

Com a retomada das atividades econômicas em diversas partes do País, o segmento moveleiro tende a voltar a crescer e garantir sua retomada nas próximas semanas. Com isso, a Floraplac, primeira indústria de MDF da Região Amazônica, com forte atuação no Norte e Nordeste, já trabalha com a retomada do crescimento previsto até 2021 e segue com as operações em andamento mesmo diante dos reflexos do desafiador momento de pandemia que vive o País.

A expectativa é que as vendas sejam ampliadas à medida que os estados consumidores apliquem o plano de retomada das atividades econômicas. “A Floraplac ampliou sua capacidade produtiva em 2020 até cinco vezes maior que em 2019, hoje atingindo a produção média de 600.000 m³/ano de MDF, mantendo um rígido padrão de qualidade por meio de placas produzidas com fibras de madeiras selecionadas de eucalipto de reflorestamento. No último ano, a empresa cresceu 20% na venda de produtos”, destaca Argeu Duarte, diretor comercial da Floraplac.

Em todos os estados de atuação, a empresa pretende aumentar o número de consultores e vem trabalhando em uma redistribuição de regiões e praças moveleiras, planejando atingir a totalidade do fornecimento de MDF nas regiões até 2021. O crescimento do segmento moveleiro também vem do reflexo dos desejos dos consumidores.

Pesquisa revela que as pessoas ainda pretendem comprar móveis em 2020, independentemente dos impactos da covid-19. Dentre os entrevistados, 81% revelam o desejo de ainda comprar móveis este ano, segundo a Promob Software Solutions ao IEMI – Inteligência de Mercado. Os móveis foram ainda o terceiro produto que teve mais crescimento na procura em e-commerce durante a quarentena, segundo a plataforma Conversion.

Texto: Pedro Luiz de almeida
Matéria extraída da Revista E-Mobile: Clique Aqui para Acessar

IMPRESSORA 3D GIGANTE PODE CRIAR MÓVEIS EM TAMANHO REAL

A nova impressora 3D BigRep ONE 2 permite imprimir objetos do tamanho de móveis em uma única peça.


O BigRep ONE v3 foi criado com o objetivo de tornar a impressão 3D industrial de objetos de grande formato o mais simples possível. Suas cabeças de impressão modulares abertas - combinadas com um porta-carretel grande e flexível - resultam em uma impressora 3D perfeita. Seu bico de 1 mm permite que o BigRep ONE forneça às suas impressões o mais alto grau de detalhe e precisão alcançado por qualquer impressora até o momento. O BigRep ONE é adequado para as indústrias aeroespacial e automotiva, bem como para as indústrias de entretenimento, design ou desenvolvimento de modelos de conceito. Além disso, seu excelente preço torna a manufatura aditiva de grande formato um processo mais acessível nas áreas de design e fabricação de protótipos. A BigRep ONE, uma impressora 3D projetada e fabricada na Alemanha.



Com estrutura de alumínio, a peça tem 1,18 metro de altura, 1,14 m de largura, 1 m de profundidade, pesa 200 kg e custa US$ 39 mil. A impressora pode imprimir objetos em diversos plásticos. 

O artista alemão Lukas Oehmigen que desenvolveu a impressora, quis incluir um material que não destruísse a natureza, ele incluiu o PLA, um plástico biodegradável derivado do milho, e é mais estável para esse tipo de impressão.

Para se ter uma ideia, é preiso cerca de US$ 150 em plástico e cinco dias para imprimir uma mesa em larga escala. A empresa de Lukas está focando no uso da BigRep para o design de móveis, mas também planeja investir em projetos de automóveis e arquitetura.

ACESSE O SITE OFICIAL DA EMPRESA
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INDÚSTRIAS DE MÓVEIS CULTIVA EUCALIPTOS NO NORTE DO CEARÁ

Projeto é plantar em cinco mil hectares, dos quis 1 mil hectares já estão cultivados. As árvores já alcançaram a idade adulta de dois anos. A idade de corte é de oito anos, a metade da Europa.


Em 1999, a Embrapa Semiárido desenvolveu, no Norte do Ceará, pesquisa com cerca de 40 espécies de eucaliptos de variadas origens geográficas. Mais recentemente, novas pesquisas da Embrapa Agroindústria Tropical, com sede em Fortaleza, em parceria com a Adece, o Sindmóveis-Ceará, o Dnocs, o Indi e empresas do polo madeireiro do município de Marco foram feitas com excelente resultado (houve quem, no início, as considerasse inadequadas), ampliando as perspectivas de êxito do investimento.

Pois bem: a Jacaúna e outras empresas da indústria moveleira cearense juntaram-se em um projeto que prevê, em uma área de cinco mil hectares, o cultivo de eucaliptos e outras espécies nobres todas utilizadas na fabricação de móveis. Já estão plantados lá mil hectares. As árvores já alcançam a idade adulta aos dois anos.

Nos países nórdicos, um eucalipto ou um mogno demora 14 anos para alcançar a idade de corte; no Brasil - no Ceará, também - só oito anos. Este é um diferencial que, daqui a poucos anos, fará a diferença em favor dessa nova atividade da agroindústria do Estado.

O cearense não faz ideia do que é e do que faz a sua tecnologicamente moderna e crescente indústria de móveis, desconhece o seu potencial, ignora seus números e suas possibilidades. Não sabe, por exemplo, que a fábrica da Jacaúna, uma gigante do setor, ocupa área de 120 mil m²; a da Madresilva, 20 mil m²; a da Osterno, 12 ml m² de área industrial.

Elas e as demais do Polo Moveleiro de Marco produzem para o mercado interno brasileiro e para o estrangeiro - exportam para exigentes mercados dos EUA e Europa. Esta coluna repete o bordão: o melhor do Ceará é o cearense.

FONTE DA NOTÍCIA: Diário do Nordeste

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MÓVEIS DE PAPELÃO

Se preparem!!! A nova onda nos EUA e Europa são Móveis feitos com Papelão.


Desenvolvidos por Zach Rotholz, fundador da Chairigami. A ideia da empresa é dar um pouco mais de liberdade para as pessoas, com mobiliário que traz bastante flexibilidade para a vida.


Todos os móveis da Chairigami, como cadeiras, mesas e estantes, são feitos de papelão de três camadas e são fáceis de transportar. Além disso, é claro, todo o material é reciclável. Para os jovens e estudantes que estão montando a sua primeira casinha, esse tipo de mobília pode ser bastante conveniente.


Se quiser conhecer o site da Chairigami e ver outros modelos
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A LOGÍSTICA DO FUTURO

As operações logísticas dentro da indústria estão mudando e a tecnologia faz parte dessa transformação. As inovações estão ajudando a aprimorar o serviço de armazenamento e agilizar o transporte de mercadorias pelo Brasil. 


Inteligência artificial, realidade virtual, algoritmos inteligentes são algumas das soluções usadas para tornar a operação logística mais eficiente, ágil e rentável.

Forte: Portal CNI

REUNIÃO EMPRESARIAL DO SETOR MOVELEIRO

Nesta Segunda Feira (08/2/2021) a noite a AMFOR realizou a sua 2ª ASSEMBLÉIA GERAL do ano.
Nela tivemos a honra de recepcionar mais dois novos convidados que vieram conhecer o nosso trabalho. Na oportunidade tivemos também o aniversário do nosso Diretor Presidente Luciano Jucá. Momento único de compartilhamento de conhecimento e crescimento entre as empresas.

Alguns Associados e convidados

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ARAUCO COMPRA MASISA

Arauco fecha acordo para comprar empresa com fábrica em Ponta Grossa por US$ 102,8 milhões

Transação inclui as duas fábricas da Masisa no Brasil e deve ser concluída em 2018
O grupo chileno Arauco fechou um acordo para comprar as operações da Masisa no Brasil por US$ 102,8 milhões. A transação inclui as fábricas de Ponta Grossa, região dos Campos Gerais do Paraná, e de Montenegro, no Rio Grande do Sul. Com a aquisição, a Arauco terá capacidade instalada de cerca de 10 milhões de metros cúbicos e consolidará a sua posição de segundo maior produtor de placas do mundo.



A informação sobre o acordo para fechar a compra da Masisa no Brasil foi divulgada pela Arauco na última sexta-feira (8), em comunicado oficial emitido ao órgão regulador do Chile, onde a empresa tem operações na bolsa local. A companhia afirmou que a transação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2018, já que a aquisição precisa passar pela aprovação do Cade, órgão antitruste brasileiro.

Segundo a Arauco, ela vai assumir dívidas de US$ 44,7 milhões que a Masisa tem no Brasil. Com isso, a Masisa vai receber US$ 58,1 milhões da Arauco.

A Masisa, que também é um grupo florestal chinelo, está no Brasil desde 1995, mas recentemente anunciou um plano de desinvestimentos com o objetivo de sair do país. Além do Brasil e do Chile, a empresa tem fábricas no México e na Venezuela, totalizando dez plantas industriais.

No Brasil, a Masisa tem duas fábricas, em Ponta Grossa e em Montenegro, nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul, respectivamente. No país, a empresa tem uma linha para produção de paineis de madeira MDF com capacidade instalada de 300 mil metros cúbicos e uma linha de paineis de madeira MDP com capacidade de 500 mil metros cúbibos. A companhia conta, ainda, com quatro linhas de revestimentos com capacidade de 660 mil metros cúbicos.

Todos esses ativos, incluindo a dívida, serão assumidos pela Arauco Brasil. No Brasil, a Arauco está presente desde 1966 e possui, no Paraná, fábricas em Jaguariaíva, Piên, Araucária e Curitiba.

FONTE DA NOTÍCIA: http://www.gazetadopovo.com.br

SINDIMÓVEIS QUER AMPLIAR VENDA NO CEARÁ


O presidente do Sindicato das Indústrias do Mobiliário no Estado do Ceará (Sindmóveis-CE), Júnior Osterno, esteve no Jornal O Estado e falou sobre a importância do associativismo, ainda mais em um momento econômico tão complicado quanto o Brasil vem enfrentando. Ele destacou que as empresas do setor atendem a, apenas, cerca de 25% do mercado cearense e o plano é aumentar esta participação nos próximos anos. Revelou, ainda, que um grupo de sete empresários contratou um consultor para prospectar negócios no exterior, com o objetivo de aumentar o volume exportado, tendo em vista a elevada qualidade dos móveis fabricados no Ceará.


O Estado O Ceará possui uma grande produção de móveis, tanto para a linha residencial, como empresarial e de hotelaria. Qual o principal polo produtor?
Júnior Osterno – Temos na região de Marco o nosso polo moveleiro, que é um dos mais importantes do Brasil, senão o mais importante do Nordeste. São 28 empresas que trabalham com produtos diferentes, ou seja, não competem entre si, muito pelo contrário, se complementam, e isso fortalece o nosso polo. O sindicato tem 98 associados, concentrados principalmente em Fortaleza, Marco e Jaguaribe.

OE E todas essas empresas têm a mesma filosofia de procurar não interferir nos negócios das outras, ou seja, fazer essa cadeia complementar?
JO Essa cadeia complementar é muito forte no polo de Marco, mas, em Fortaleza, a competitividade é muito grande. Em Iguatu, temos praticamente uma grande empresa, que domina a produção e o mercado local, que praticamente vive só, por lá, mas também é muito importante para o nosso setor.

OE Atualmente, o Ceará tem uma demanda reprimida, ou seja, as indústrias cearenses atendem apenas a cerca de 20% ou 25% do mercado local. Há muito espaço para crescer?
JO Só atendemos a cerca de 20% ou 25% do que o Ceará consome. Toda essa diferença – 80% a 75% – vem do Sul e Sudeste. E é um trabalho do sindicato inverter essa posição. Devagarinho a gente está trabalhando para mudar essa situação inverta. Temos um espaço muito grande, mas o Sul é muito forte na linha de móveis populares, enquanto somos mais fortes na linha de móveis de decoração, da linha média e alta, de melhor qualidade, acabamento, matéria-prima mais nobre. Temos realizado diversas ações nesse sentido, que é um dos principais focos da atuação do Sindmóveis-CE.

OE E é muito importante essa questão do associativismo?
JO O associativismo é muito importante, porque os problemas são muito parecidos, as necessidades são praticamente as mesmas e, nessa troca de informações, a participação dos associados é fundamental, pois um vai aprendendo com o outros, transferindo conhecimento, tecnologia e oportunidades.

OE Além de presidente do Sindmóveis-CE, o senhor também é um empresário do setor moveleiro. Quais os principais produtos da sua linha?
JO Nossa empresa, no fim deste ano, completa 20 anos de atuação no mercado. Já passamos por vários momento, como na exportação já vendemos para o mercado externo 95% da nossa produção, para os Estados Unidos e México. Mas depois o câmbio inverteu, tivemos de mudar de posição e, hoje, somos especialistas em hotéis, restaurantes e construção civil. Nossa empresa tem um portfólio muito interessantes, temos bons clientes tipo: Vila Galé, RioMar, Colméia, Mota Machado, Geppos, ou seja, são clientes de alto nível, que querem produtos bons, nos procuram e conseguimos atender às suas necessidades.

OE Seriam, então, móveis para cama e mesa?
JO No caso de restaurantes, atendemos às necessidades de cadeiras, mesas e marcenaria, ou seja, as peças fixas como estofados, entre outros. E na parte de hotelaria trabalhamos com o sistema “turn in key”, ou seja, “chave na mão”. A gente produz das cortinas aos móveis, passando por portas, tudo relativo a madeira, a gente faz. Temos em nosso portfólio mais de 3,5 mil a 4 mil apartamentos feitos de hotéis. Para as construtoras, fazemos portas e outros produtos, além de móveis para as áreas comuns. Temos condições de atender a qualquer cliente, de todo o Brasil e também do exterior.

OE Por falar em exportação, com a queda do dólar houve um retrocesso nas vendas externas. Mas, há um grupo de associados que está querendo vender para o mundo. Como está isso?
JO Diante da demanda de nossos associados, à procura de novos horizontes e com o preço do dólar ficando mais competitivo, criamos um grupo de sete empresas e contratamos um profissional de alto gabarito para ser nosso gerente comercial. Ele está viajando, prospectando negócios, com possibilidade de fechar grandes vendas a qualquer momento.

OE Existe algum cliente mais específico, que está com tratativas mais avançadas?
JO O foco inicial é os Estados Unidos, principalmente Miami, Houston e Highpoint. Mas, também temos o pé na América do Sul e América Central. Agora em setembro, teremos uma rodada de negócios na Federação das Indústrias, onde virão empresários de seis países da América do Sul e um da África. Trata-se de uma parceria do sindicato, da Fiec, CIN (Centro Internacional de Negócios) e da Apex-Brasil. Esse pessoal vem para o Ceará, a fim de conhecer os nosso produtos. São comerciantes, compradores, donos de rede de lojas, distribuidores. É comum esse tipo de negociação no Sul e Sudeste, que estamos trazendo para o Ceará pela segunda vez. Vamos voltar às exportações, pois o nosso produto é bom, já tem competitividade. Então, é só uma questão de tempo.

OE É bom lembrar que todos os móveis produzidos pelos associados ao Sindmóveis-CE são feitos com madeira certificada, devidamente autorizada pelos órgãos fiscalizadores, não é?
JO A gente não tem problema algum nessa área. Trabalhamos com certificações do Ibama e, em alguns casos, com madeiras de reflorestamento. Temos bons fornecedores, garantindo a qualidade dos móveis que produzimos, inclusive as suas origens. Se for preciso rastrear, isso é possível. É a tecnologia também embutida do nosso mercado.

OE Temos o Porto do Pecém crescendo a cada dia, o entrono de seu complexo industrial também. E móveis são volumosos, pesados, portanto, o navio é a melhor forma de transporte?
JO O melhor transporte é o navio. O contêiner de 40 pés, ou HC (high cub), porque o móvel é volumoso. E o nosso tipo de móvel é vendido montado, porque tem valor agregado e o americano não quer esse produto desmontado. Ele prefere pagar mais pelo frete e recebê-lo pronto, só desembala e põe no local, pois evita a mão de obra extra de ter de arrumar alguém para montá-lo, o que é caro.

OE E no mercado nacional, quais são os principais estado compradores dos móveis cearenses?
JO O Nordeste todo compra móveis produzidos no Ceará, alguns estados do Norte, do Sul e Sudeste. Temos uma cadeia de lojas importante daqui, que está praticamente no Brasil todo. E 95% dos móveis que ela comercializa é produzida no polo do Marco. São cerca de 40 lojas, tem até em Curitiba, e está aproveitando este momento de crise, de aluguéis mais baratos, para abrir quatro unidades em São Paulo. É o grupo Jacaúna, que vende móveis para residências, quase tudo produzido em Marco.

OE O senhor disse que um de seus grandes clientes é o Grupo JCPM, dono do RioMar. Para quais empreendimentos a sua empresa já vendeu?
JO Nossa empresa já participou da construção dos dois shoppings aqui no Ceará – o Riomar Kennedy e o RioMar Fortaleza – e, agora, estamos participando da ampliação da unidade de Aracaju. São móveis desse nível, dessa qualidade, que o Ceará produz.

OE Inclusive, o senhor está indo a Touros, aqui no Rio Grande do Norte, para uma reunião com o empresário português Jorge Rebelo, do Grupo Vila Galé, que está construindo um grande empreendimento, ao custo de R$ 150 milhões. Qual o seu objetivo?
JO O Vila Galé é um cliente nosso, que gosta dos produtos cearenses. Já participamos da construção de cinco ou seis hotéis do grupo aqui no Brasil. Hoje, estamos reformando a unidade de Salvador, estamos ampliando o resort no Cumbuco, e estamos concorrendo para equipar o hotel em Touros. Isso reforça cada vez mais a qualidade dos nosso produtos e a nossa maneira de atender, pois desenvolvemos soluções para os clientes e isso faz diferença.

OE O Ceará tem três grandes polos moveleiros – Fortaleza, Marco e Jaguaribe. Quais os tipos de móveis fabricados por eles?
JO É interessante essa pergunta, pois lá em Marco a gente produz móveis de alta decoração, destinado às classes média e alta. Fortaleza produz mais móveis modulados, sob medida, como cozinhas, roupeiros, para atender às demandas da construção civil, que precisam ser bem projetados. Jaguaribe trabalha mais com a linha de magazine, média e baixa. Por isso a gente quase não compete, nossos concorrentes vêm mais do Sul e Sudeste. Por temos apenas até 25% do mercado cearense. Mas, estamos trabalhando para mudar essa realidade, ocupar esse espaço, pois é notório que no mercado imobiliário de Fortaleza, praticamente as áreas comuns eram todas compradas fora. Hoje, já temos quatro ou cinco empresas trabalhando forte para mudar essa realidade, pois temos assistência técnica aqui, facilitando as negociações.

OE E quais as expectativas do setor e as pesquisas para atender aos anseios dos clientes, numa mercado que é tão dinâmico?
JO A indústria de móveis local já se adaptou à crise. Dos 28 empresários lá de Marco, apenas um decidiu parar, apesar de poder se recuperar. Toda essa indústria está preparada para o que vem, e achamos que é coisa boa por aí. Os números estão mostrando isso. O desemprego para de cair, a construção civil dá sinais positivos, algumas estão contratando e nossa empresas estão preparadas. Com relação ao design, estamos sempre pesquisando. O centro principal é Milão e nosso empresários participam de feiras no Brasil e no exterior. A Fiec nos apoia muito, junto com o CIN. Se tiver um projeto bem feito, ela está pronta para nos auxiliar. E com esta força a gente consegue obter bons resultados.

MARCELO CABRAL
economia@oestadoce.com.br

AS REFORMAS NECESSÁRIAS PARA DESTRAVAR O BRASIL


A FIEC (Federação das Indústrias do Estado do Ceará) lançou como tema na edição de junho de sua revista: "As reformas necessárias para destravar o Brasil".
Acredito que seja um tema muito a ser discutido em todos os âmbitos da industria.


Para acessar a Revista em PDF clique no botão abaixo:

 REVISTA FIEC


AMFOR PROMOVE CAFÉ DA MANHÃ ENTRE EMPRESÁRIOS MARCENEIROS

Uma das ações promovidas pela AMFOR é um momento de encontro entre os empresários das marcenarias. Todo sábado é escolhido uma empresa de cada associado e nela é oferecido um delicioso café da manhã para todos do grupo.

Além de ser um momento de descontração que fortalece os vínculos de amizade, também passa a ser um momento de grande aprendizado entre eles, visto que, cada um passa a conhecer a estrutura da empresa do outro, e muitas vezes, trocando novas idéias, solucionando problemas de chão de fábrica, opinando, criticando construtivamente e dando novas sugestões para a melhoria do outro, eles se fortalecem como empresários dentro do seu setor.

"A AMFOR acredita nesse novo paradigma de que os empresários não devem ser concorrentes entre si, e sim amigos", diz o Sr. Aquino (Presidente da AMFOR).

Segue alguns registros desses momentos:

INTERIOR DESIGN (Luciano Jucá)

QORBAN MÓVEIS (Iran)

RANDÁLIA MÓVEIS PROJETADOS (Ivan)

J.I.SILVA MÓVEIS PROJETADOS (Iran e Hemerson)

AMPEJW  (Ronisio Maia)  

FINARTE MÓVEIS PROJETADOS (Agilásio)

MÓVEIS REBOUÇAS (Tobias)

21 VIDROS E MODULARES (Aquino)

TONY MÓVEIS (Tony Ribeiro)

CONCEITTO MÓVEIS PROJETADOS (Ana Paula)





VISITA DA AMFOR EM MARCO

No dia 02 de Junho de 2017 a AMFOR, em parceria com o SINDIMÓVEIS, FIEC, SEBRAE e  AMPEJW visitou 3 empresas no Pólo Moveleiro da cidade de Marco, no Ceará.

Distante 234 quilômetros da Capital de Fortaleza, o Pólo Moveleiro de Marco, com cerca de 23.000 habitantes, no noroeste do Estado, é reconhecido com um dos maiores Pólos Moveleiros do Norte e Nordeste, com ramificações por toda a Região do País.

Para os 18 associados da AMFOR, essa visita foi uma das mais ricas experiências de aquisição de conhecimento, no foco em gestão, processos e produtividade, que eles tiveram. "Conhecer o Pólo Moveleiro de Marco abre a nossa mente e nos oferece uma nova esperança para o desenvolvimento de nossas empresas", diz Luciano Jucá, Diretor Administrativo da AMFOR.

Durante o percurso no dia, a AMFOR visitou a empresa OSTERNO MÓVEIS, cujo proprietário Osterno Júnior, hoje atual presidente do SINDIMÓVEIS, nos acolheu e apresentou sua empresa, que possui um estrutura média de maquinários e produção.

Segue os Registros:








No segundo momento, fomos conhecer a fábrica DOMARCO, que é especializada em fabricação de estofados. DOMARCO é um referência em qualidade nesse nicho de produtos e é uma das maiores distribuidoras e revendedoras do Norte Nordeste.

Segue os Registros:







Por fim, visitamos a Jacaúna, que é considerada a maior fábrica de Móveis do Norte e Nordeste e em outras partes do país. Atualmente a Jacaúna está em 14 estados brasileiros. São 20 lojas e filiais em todas as capitais do Nordeste, Belém, Manaus, Brasília, Goiânia e Curitiba. Para atender a sua atual necessidade de vendas, a Jacaúna conta com a fábrica Ruah Indústria e Comércio de Móveis, instalada na entrada da cidade de Marco. No ano passado, a Ruah também começou a exportar, iniciando por Portugal. Contando atualmente com 700 funcionários e frota de 12 caminhões que periodicamente repõem seu próprio estoque pelos 14 estados. Além de ser a maior fábrica, os móveis produzidos pela Ruah e vendidos na Jacaúna são considerados de alto padrão, destinados a público com perfil de classe média alta.

Segue os Registros: